Os diferentes sabores e misturas, nascidas ou adoptadas no Taxco, oferecem ao turista variadas delícias gastronômicas, desde o mais primitivo e autóctone, como os insetos vivos até o mais clássico e convencional. O prato estelar do Taxco são os jumiles, insetos que provêm dos troncos dos encinos e alimento sagrado, que utilizavam os antepassados como terapêutico que era chamado de “xotlinilli”.
A maneira clássica era comê-los vivos, nos tacos, mas também podiam ser preparados com mole. Têm um marcado sabor de canela devido à sua alimentação a base de talos e folhas do encino. Esse prato é tão importante que durante o mês de novembro se realiza a Feira do Jumil, onde estes insetos podem ser degustados nos diversos modos de preparação. Nesta festa, os fogos de artifícios e dança se unem para honrar este alimento sagrado desde a antiguidade. Pratos a base do inseto, festa e tradição envolvem o povoado que divide sua alegria entre os visitantes.
Outros manjares são a cecina natural, refogada ou temperada com molhos picantes muito gostosos; as carnes de porco, frango ou rês com chiles jalapeños, uva-passa, amêndoa e aceitonas; carnes frias, suculenta combinação de carne, especiárias e frutas que surpreende o contato com o paladar. Taxco distingue-se pelos pratos elaborados a base de milho, bem como seu saboroso pozole ou seus tamales de frijol (prato tradicional da culinária mesoamericana, feito a base de milho, que poder ser fervida num invólucro), abóbora e ameixa, e pode ser acompanhado com a famosa “berta”, uma bebida preparada com tequila, mel, limão, água mineral e gelo.